BsAs é linda.
lindalindalinda.
tira o fôlego, de verdade.
imagina uma mistura - aunque mais pobrinha - de paris com nova york.
argentinos nao sabem andar na rua. andam no meio e simplesmente trombam uns nos outros.
também nao sabem que frango na pizza deve ser desfiado.
o metro (subte) é sujíssimo.
tem uma livraria em cada esquina
todo mundo se veste bem e é lindo.
david e lost: mil perdoes mas já estou falando tudo errado, como se calle, ella e yo tivessem a letra x.
aprender o uso do "vos" e do "tu" é muito difícil, e se eu pronuncio as coisas como chilenos as pessoas me olham estranho.
eu já disse que a cidade é linda?
a plaza de mayo (leia-se plassa de macho) é emocionante, de verdade. e aconteceu uma manifestacao enquanto estávamoslá. histórias pra bar...
todo mundo pensa que sou americana e fala inglês comigo, quando escutam o meu castellano.
estou gostando muito, e ja estou com saudades.
23 de julho de 2007
21 de julho de 2007
menos.
fazer mala.
levar: quanto menos, melhor.
menos roupas, menos frescuras, menos sapatos, menos livros, menos medos.
levar: quanto menos, melhor.
menos roupas, menos frescuras, menos sapatos, menos livros, menos medos.
12 de julho de 2007
remember, remember, the 4th of...june.

Em 4 de junho de 1989 na praça Tiananmen, em Pequim, um jovem se colocou no caminho dos tanques do exército, que vinham para reprimir o movimento dele e de outros de 100 mil estudantes que prostestavam contra a corrupção no governo chinês. [este é o endereço do vídeo no youtube http://www.youtube.com/watch?v=9klv9q19rTY]
É uma imagem impressionante. Não só pela coragem do jovem, mas pela lição que transmite. Uma pessoa pode, sim, fazer a diferença.
18 anos depois - mesmo que em menor escala - uma mulher dá um exemplo de integridade. A jornalista Mika Brzezinski se recusou a noticiar os últimos feitos da herdeira Paris Hilton. [http://www.youtube.com/watch?v=6VdNcCcweL0]. Seus parceiros de programa, machistas e claramente com medo de perder seus empregos, tentam convencê-la do con
trário e ridicularizam o zêlo de Mika pelo verdadeiro jornalismo.
Como é bom e ao mesmo tempo aterrorizante que alguém tenha de nos lembrar que jornalismo não é fofoca.
Como é um alívio saber que há vida inteligente nos EUA.
Como deprime saber que é pouca e está em extinção.
Mika se colocou no caminho de um tanque.
O caminho da 'mainstream media' americana.
A FOX, CNN, AOL/TimeWarner, todos: notícias parecidas, apresentadores parecidas, informações mastigadas. Feitas para serem aceitar, impossibilitando a ação do 'see the big picture', de enxergar além do que está sendo mostrado. De conectar fatos à ações. Esse jornalismo sedativo.
Vale a pena destacar o sermão que Michael Moore dá em Wolf Blitzer, apresentador da CNN, ao vivo. [http://www.youtube.com/watch?v=6TR1SG8WDbU]. Enquanto eu assistia fiquei rindo sozinha de satisfação, ao ver que FINALMENTE alguém disse o que estava entalado na minha garganta. Michael pergunta a Wolf quando ele e a CNN iriam se desculpar ao povo americano por ter omitido a verdade sobre a Guerra do Iraque, e fazer uma retratação, reconhecendo a inexistência das famigeradas armas de destruição em massa do Saddam Hussein.
O meu recado é: way to go Mika, way to go Michael. E, óbvio, way to go rebelde desconhecido de 1989.
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5 de julho de 2007
'ah, e eu vou estar em buenos aires. que droga!'
[17 dias para buenos aires.]
só conseguindo ver as coisas ruins de passar esse tempo longe.
e me repreendendo muito por isso.
só conseguindo ver as coisas ruins de passar esse tempo longe.
e me repreendendo muito por isso.
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